terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Arquitetura Geral do Sistema de Computação(Dispositivos de entrada e saída).



DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA
Englobam-se sob a denominação de Entrada e Saída (E/S) todas as atividades de troca de informações do computador com o meio externo. Basicamente, o computador pode utilizar atividades de entrada/saída com as seguintes finalidades:

• troca de informações com os usuários humanos do sistema, utilizando-se, para a entrada de informações ou para a exibição, dos chamados dispositivos periféricos. Estes dispositivos podem ser teclados, vídeos, mouses, impressoras, leitoras de cartões, etc.
• permitir ao computador acessar dispositivos de armazenamento para grandes conjuntos de dados, e que normalmente não podem ser mantidos todo o tempo em memória principal. Estes dispositivos são englobados sob a denominação de memória secundária e incluem, em geral discos e disquetes magnéticos, CD-Rom, discos magneto-óticos e fitas magnéticas.
• permitir ao computador comunicar-se com outros equipamentos, tais como outros computadores e outros equipamentos científicos e industriais, através de linhas telefônicas e equipamentos específicos requeridos por este tipo de comunicação (modens).

A arquitetura de E/S precisa especificar:
• um método para identificação do dispositivo a ser utilizado em uma operação de E/S;
• o endereço do dado, ou seja, a fonte do dado a ser transportado para uma operação de
saída ou o destino do dado em uma operação de entrada;
• a quantidade de dados a serem transportados;
• os métodos para determinar quando as operações de E/S tiverem terminado ou encontrarem dificuldades que impeçam o seu término.

Estes parâmetros não precisam ser necessariamente especificados a cada transferência, alguns deles podem ser convencionados de tal forma que estarão implícitos quando ocorrer o início da operação. Uma característica importante e fundamental da maioria dos dispositivos de E/S, sejam eles orientados ao intercâmbio de informações diretamente com o usuário ou atuando no armazenamento intermediário de informações, é que eles operam em velocidades consideravelmente mais lentas do que em processadores ou memórias (do tipo “primárias”). Assim, referências a dados ou interações com seres humanos consomem enormes quantidades de tempo em comparação a funções computacionais dentro de um par processador-memória. Por esta razão, o projeto de E/S é crucial para minimizar atrasos e o projeto de funções de E/S é normalmente sentido diretamente na arquitetura.

Dispositivos periféricos
A classe de dispositivos que são utilizados atualmente para realização de operações de entrada e saída (isto é, que atuam na troca de informações tendo de um lado um computador e do outro usuários humanos do sistema) é bastante ampla e diversa, apresentando um leque bastante variado de características e operação. Entre elas estão:

• impressoras: para criar cópia em papel ou similar, de textos e figuras. As impressoras variam em atributos, tendo com forma mais primitiva dispositivos que se assemelham a máquinas de escrever. Atualmente, as mais modernas utilizam como tecnologia a impressão a laser e podem imprimir até milhares de linha por minuto;

• monitores (ou telas): que mostram textos e figuras, ambos podendo ser formatados de diversas maneiras e utilizar várias cores. O tipo mais comum, utiliza um tubo não muito diferente de um tubo de televisão (tubo de raios catódicos). Atualmente, utiliza-se também visores de cristal líquido, que consomem menor quantidade de energia;

• dispositivos gráficos (ou plotters): que criam cópias impressas de gráficos e curvas de papel. Com o avanço tecnológico, as impressoras atualmente tem capacidade de produzir material gráfico de ótima qualidade, tendo sua maior limitação no campo (tamanho) de impressão. Os traçadores, dependendo das suas características podem produzir desenhos com mais de um metro de largura e comprimento limitado pela bobina de papel;

• dispositivos de exploração ótica: que podem ler diretamente documentos. Dentre os mais primitivos, pode-se citar as leitoras óticas de cartões ou folhas de marcas (como as usadas no vestibular para registro das respostas). Atualmente, existem dispositivos bem mais complexos como os scanners, que podem transferir para o computador imagens obtidas em figuras, textos e fotografias;

• dispositivos de apontamento: que podem indicar informações ao computador através do posicionamento de um cursor sobre a tela, como é o caso do mouse e da caneta luminosa (ou lightpen);
• teclado: que podem indicar informações ao computador através de caracteres, os quais são traduzidos em códigos binários antes de chagarem a UCP.

O âmbito de dispositivos utilizados por computadores para comunicar-se com os usuários encontra-se em expansão e melhorando em qualidade de interação. De forma a complementar os dispositivos recém-mencionados, há grandes avanços no campo do reconhecimento de voz e saída de voz.

Comunicação com outras máquinas
A troca de informações com outras máquinas também consiste em uma atividade de entrada e saída. Inicialmente, eram utilizadas para troca de informações entre computadores ou entre computador e algum periférico especial localizado dentro de um prédio, em salas próximas.

Atualmente são usadas para comunicação entre máquinas situadas geograficamente distantes, empregando linhas telefônicas e outros meios convencionais. Para isto, os sinais empregados devem seguir normas especiais, afim de não perturbar os serviços normais oferecidos pela rede telefônica. Estes serviços são utilizados em larga escala como, por exemplo: por bancos, para transferir informações referentes às transações, saldos, extratos, etc; por universidades e centros de pesquisa, para difusão de conhecimento e troca de informações; por empresas, para difusão de informações entre filiais e setores agregados ou junto a clientes, etc.

As características básicas desta atividade diferem das demais, principalmente devido à distância onde os elementos envolvidos estão colocados. Portanto, neste tipo de operação de E/S:
• existem equipamentos que operam eletricamente os dados para controlar nível de sinal, forma de transmissão, etc, que são os chamados “modens” (moduladoresdemoduladores);
• a informação está mais sujeita a ser modificada, com a introdução de erros, por efeito de ruído elétrico. Assim, em geral há necessidade de utilizar formas especiais de codificação;
• para evitar que haja muita perda de tempo no estabelecimento da comunicação, incluindo o envio de informações de controle, convém trabalhar com a transmissão de blocos de informação grandes. Isto faz com que, em cada bloco de informação transmitida, haja um percentual pequeno de caracteres ou palavras destinadas ao controle e exigidas pelo protocolo de comunicação.
Sistemas de E/S .

Como visto nas unidades anteriores, as atividades principais dos computadores envolvem dois componentes: a unidade central de processamento (UCP) e a memória principal. A unidade central de processamento busca instruções e dados na memória principal, processa e armazena os resultados na memória principal. Os demais componentes podem ser genericamente denominados de sistema de entrada e saída, uma vez que destinam-se a transferir informações entre a memória ou a CPU e o ambiente externo a estes.

O sistema de E/S inclui os dispositivos de E/S (periféricos ou demais elementos), unidades de controle para estes dispositivos e o software especialmente projetado para operações de E/S. Na seqüência, serão referidos apenas periféricos, já que as demais operações de entrada e saída podem ser tratadas de forma análoga. Existem várias maneiras de se executar as operações de E/S: a possibilidade de se empregar estas formas depende dos recursos de software e hardware disponíveis. A opção por uma delas depende basicamente do desempenho desejado, dos dispositivos envolvidos, e do volume dos dados.

Entrada e saída programada
Quando as operações de E/S são controladas inteiramente pela UCP, isto é, a UCP executa programas que iniciam, dirigem e terminam as operações de E/S, diz-se que o computador emprega E/S programada. Este sistema existe em quase todos os computadores: emprega pouco hardware especial, mas pode ocupar tempo demasiado da UCP no controle de operações relativamente simples de E/S. Uma destas funções é o teste do estado dos dispositivos de E/S para determinar se eles estão ou não requisitando serviços da CPU.

Neste contexto, a transferência é realizada, em geral, entre um registrador da UCP (por exemplo, o acumulador) e um registrador ligado ao dispositivo de E/S. A transferência de um dado do dispositivo de E/S para a memória principal necessita da execução de duas instruções pela UCP:
• uma instrução (INPUT) para transferir uma palavra de um dispositivo de E/S para a UCP;
• uma instrução (STORE) para transferir uma palavra da UCP para a memória principal.

Endereçamento
Em sistemas com E/S programada, os dispositivos de E/S, a memória principal e a UCP se comunicam através de um barramento de uso comum, partilhado entre eles. Cada ligação entre o barramento principal e o dispositivo de E/S é chamada de porta de E/S, sendo atribuída a ela um endereço exclusivo. A porta de E/S pode incluir um registrador de dados. Em algumas máquinas, parte do espaço de endereçamento da memória principal é usado para portas de E/S (E/S mapeada em memória).

Instruções de E/S
Algumas palavras podem indicar o estado do dispositivo de E/S e outras podem ser instruções especiais para este dispositivo.
O simples envio de dados, sem que o dispositivo esteja pronto para recebê-los, pode resultar na perda de informações. Por outro lado, a espera de informações sem que haja tempos pré-determinados, pode resultar em tempos de execução excessivamente longos. Assim, o ideal é que se tenha possibilidade de testar as condições de recebimento / envio de informações pelo dispositivo de E/S, ou seja, avaliar o estado do dispositivo. Normalmente este estado pode ser especificado por um bit de informação que o dispositivo mantém disponível de forma contínua (independente das linhas de dados). Assim, serão necessários os seguintes passos:
• Passo 1: lê a informação de estado;
• Passo 2: testa o estado para determinar se o dispositivo está pronto para iniciar a
transferência de dados;
• Passo 3: se não está pronto, retorna ao passo 1; se está pronto, efetua a transferência do dado.

Acesso direto à memória
Com pequeno aumento na complexidade do hardware, o dispositivo de entrada e saída pode ser munido da capacidade de transferir um bloco de informação da memória principal, ou para esta, sem a intervenção da CPU. Isto requer que o dispositivo de E/S seja capaz de gerar endereços e transferir dados através do barramento da memória principal. Também deve existir um sinal de solicitação de acesso ao barramento e um mecanismo de seleção predefinido (por exemplo, por prioridades).

A UCP é responsável pela inicialização de cada transferência de cada bloco. A partir daí, o dispositivo de E/S pode realizar a transferência sem a necessidade de execução de programa pela UCP, ou seja, sem que a UCP se envolva diretamente na operação, exceto no seu final. Quando isto ocorre, UCP e o dispositivo de E/S interagem e a UCP retoma o controle do barramento através do qual foi feita a transferência. Este tipo de capacidade de entrada e saída é denominada de acesso direto à memória.

Interrupção
O dispositivo de E/S também pode conter circuitos que o habilitam a requisitar serviços da UCP, isto é, provocam na UCP a execução de um programa de atendimento ao dispositivo periférico. Este tipo de solicitação é chamada de interrupção. A disponibilidade de serviços de interrupção livra a UCP de estar periodicamente testando o estado do dispositivo de E/S (afim de verificar se ele tem dados para transferir ou não). Diferentemente do acesso direto à memória, uma interrupção faz com que a UCP páre temporariamente a execução do programa em curso, salvando o estado correspondente, e transfira o controle de execução para um programa de tratamento de interrupção. Assim, quando termina o atendimento da interrupção, a UCP pode reassumir a execução do programa antes interrompido.

Informações complementares
Uma outra opção para execução das atividades de entrada e saída é a existência de processadores especiais, denominados de processadores de E/S ou canais de E/S, que assumem o controle total deste tipo de operações. Com isto, eles aliviam consideravelmente a atividade da UCP, liberando-a para outro tipo de processamento. Estes processadores podem acessar diretamente à memória, podem interromper a UCP, ou executar programas, com conjuntos especiais de instruções, orientadas a operações de E/S. Eles também podem estar ligados à UCP por um barramento especial, chamado de barramento de E/S ou interface de E/S.

Arquitetura Geral do Sistema de Computação(Hardware e Software).




ARQUITETURA GERAL DO SISTEMA DE COMPUTAÇÃO
Hardware e Software

Hardware é o conjunto de dispositivos elétricos/eletrônicos que englobam a CPU, a memória e os dispositivos de entrada/saída de um sistema de computador. O hardware é composto de objetos tangíveis (circuitos integrados, placas de circuito impresso, cabos, fontes de alimentação, memórias, impressoras, terminais de vídeo e teclados).

O software, ao contrário, consiste em algoritmos (instruções detalhadas que dizem como fazer algo) e suas representações para o computador, ou seja, os programas.

Como funciona um sistema de computação:
Uma unidade central de processamento recebe informações através de uma unidade de entrada de dados, processa estas informações segundo as especificações de um programa armazenado em uma unidade de memória, e devolve os resultados através de uma unidade de saída de dados.

Elementos de um sistema da computação:
Unidade Central de Processamento (CPU):
a unidade gestora do computador capaz de administrar todas as operações de leitura/escrita da memória ou de uma unidade de entrada/saída de dados, de executar operações aritméticas ou lógicas e de interpretar todas as instruções recebidas de um programa que está em execução.

- Unidade Lógica e Aritmética (ULA) - responsável pela realização das operações lógicas (E, OU, etc) e aritméticas (somar, etc);
- Unidade de Controle (UC) - envia sinais de controle para toda a máquina, de forma que todos os circuitos e dispositivos funcionem adequada e sincronizada mente;
- Registradores: memórias pequenas, muito caras e de alta velocidade.

Unidades de Entrada/Saída: blocos internos responsáveis pelas transferências de dados entre o microcomputador e qualquer dispositivo periférico. É através de uma unidade de entrada de dados que as informações de periférico de entrada são levadas à CPU ou à memória. De forma similar, é através de uma porta de saída de dados que as informações são levadas da CPU ou da memória para um periférico de saída.

Barramentos: Um barramento ou via ou bus é um conjunto de pinos do microprocessador por onde trafegam um ou mais sinais de hardware. Estes barramentos estão presentes em todo o sistema de computação. Serve de interconexão entre os diversos dispositivos. Os barramentos podem ser de:
- Dados: por onde trafegam os dados entre um dispositivo e outro;
- Endereço: transferem os bits que representam os endereços;
- Controle: onde são passados os sinais de controle.
Memórias: Componentes de um sistema de computação cuja função é armazenar as informações que são (ou serão) manipuladas por esse sistema, para que elas (as informações) possam ser pronta mente recuperadas quando necessário.

As memórias seguem uma hierarquia:
Memória secundária:
possuem uma capacidade elevada e baixo custo se comparada as outras memória. Sua velocidade também é baixa se comparada as outras memórias. Precisam de uma alta capacidade de armazenamento porque tem opções de leitura e escrita. Não volátil, ou seja, os dados não se perdem quando a energia é desligada, quando computador é desligado.

Memória principal: tem opções apenas de leitura, ou seja, os dados que estão na memória secundária ou em qualquer outro dispositivo são carregados na memória principal para assim poderem ser manipulados e por isso precisam de uma velocidade maior.

Memória cache: mais rápidas que a memória principal e com maior velocidade. Estas armazenam as últimas operações que estão sendo feitas no sistema, para que possam ser recuperadas assim que necessário.
Registradores: são memórias de altíssima velocidade e que armazenam informações muito pequenas mas que são de grande importância para o funcionamento do sistema. Estão presentes dentro da UCP.

Arquitetura e Organização:
Arquitetura:
atributos referentes ao projeto do sistema, que não são visíveis ao programador e que tem impacto direto sobre a execução do programa. A arquitetura deixa definido tudo que o sistema de computação vai precisar, como componentes, dispositivos etc.

Organização: refere-se às unidades operacionais e interconexões, ou seja, modo como todas as definições que ficaram definidas na arquitetura são implementadas, as quais são visíveis ao programador. A organização tem a preocupação de colocar tudo que ficou definido na arquitetura para funcionar.
Estrutura e Função:
Estrutura:
modo como os componentes estão inter-relacionados;
Função: operação de cada componente individual como parte da estrutura.

Como os componentes se relacionam:
Uma instrução ou informação é passada para o sistema de computação através de uma unidade ou dispositivo de entrada, podendo ser um mouse, teclado, scanner etc. Assim que essa informação entra no sistema ela vai direto para a UCP, responsável por processar esses dados. Ela possui uma UC (Unidade de Controle) responsável por controlar todo o fluxo da informação desde o momento em que ela entra no sistema até o momento em que ela sai por algum dispositivo de saída. A UC vai saber de onde aquele dado veio ou onde está o dado que vai ser usado e para onde ele precisa ir.

A UC precisa solicitar os dispositivos necessários para realizar aquela operação que foi determinada, podendo ser a memória principal, secundária, monitor, impressora ou qualquer outro. Essa solicitação é feita através do barramento de controle, por onde a UC envia um sinal para o dispositivo especificado. Esse dispositivo por sua vez devolve um sinal pelo mesmo barramento se estiver tudo ok.

Se esse dispositivo for alguma memória, como secundária, principal ou outra qualquer, será necessário também enviar o endereço da informação pelo barramento de endereços, onde ao receber este endereço e verificar que está tudo ok o dispositivo deve emitir um sinal para avisar a UC através do barramento de controle para só depois serem enviados os dados pelo barramento de dados.

Se a UC precisar de algum dispositivo de saída como monitor, impressora ou outro que não tenham endereços de memória, então a após receber a confirmação que veio pelo barramento de controle informando que este tudo ok com o dispositivo, ele pode enviar diretamente os dados pelo barramento de dados.

O importante é saber que em qualquer operação e seqüência é sempre a mesma:
UC envia um sinal para o dispositivo sempre pelo barramento de controle e aguarda uma resposta pelo mesmo barramento;
UC envia o endereço sempre pelo barramento de endereço e aguarda uma resposta sempre pelo barramento de controle;
UC envia ou recebe os dados sempre pelo barramento de dados.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Instalações e Opereções de Software.(Firewall)



•Firewall
O que é um firewall ?
Um firewall é um dispositivo de segurança, veremos exatamente o que faz e em que baseia seu funcionamento. Um firewall é um dispositivo que funciona como corta-fogos entre redes, permitindo ou denegando as transmissões de uma rede a outra.
Um uso típico é situá-lo entre uma rede local e a rede Internet, como dispositivo de segurança para evitar que os intrusos possam acessar à informação confidencial.

Um firewall é simplesmente um filtro que controla todas as comunicações que passam de uma rede a outra e em função do que sejam permite ou denega seu passo. Para permitir ou denegar uma comunicação o firewall examina o tipo de serviço ao que corresponde, como podem ser o web, o correio ou o IRC.
Dependendo do serviço o firewall decide se o permite ou não. O firewall examina se a comunicação está entrando ou saindo e dependendo da sua direção pode permití-la ou não.

Deste modo, um firewall pode permitir de uma rede local para a Internet serviços de web, correio e ftp, mas não a IRC que pode ser desnecessário para nosso trabalho. Também podemos configurar os acessos que se fazem desde a Internet para a rede local e podemos denega-los todos ou permitir alguns serviços como o da web, (se é que possuímos um servidor web e queremos que seja acessível pela Internet).

Dependendo do firewall que tenhamos também poderemos permitir alguns acessos à rede local desde a Internet se o usuário tiver se autenticado como usuário da rede local. Um firewall pode ser um dispositivo software ou hardware, ou seja, um aparelhinho que se conecta entre a rede e o cabo da conexão à Internet, ou então um programa que se instala na máquina que tem o modem que conecta com Internet.

 Inclusive podemos encontrar computadores muito potentes e com softwares específicos que o único que fazem é monitorizar as comunicações entre redes.

FIM


Anti-Spyware
 O que é um anti-spyware? Qual a diferença de um antivírus para um anti-spyware?
 Um anti-spyware é um software de segurança que tem o objetivo de detectar e remover adwares e spywares.
 A principal diferença de um anti-spyware de um antivírus é a classe de programas que eles removem.

Adwares e spywares são consideradas áreas “cinza”: nem sempre é fácil determinar o que é um adware e um spyware.
Adwares são desenvolvidos por empresas de publicidade que geram milhões de lucro e que já processaram empresas que fabricam anti-spyware por removerem seus softwares das máquinas dos usuários.
 Muitos antivírus já incorporam detecção de spyware e adware, mas um anti-spyware específico ainda faz parte da programação de segurança da maioria dos usuários

Devo confiar em apenas um anti-spyware?
 Geralmente um anti-spyware é suficiente para detectar a maioria das pragas. A remoção que é mais delicada — a maioria dos softwares é ineficiente, o que faz com que muitos instalem vários softwares para tentar remover algumas pragas.
 Tudo depende, portanto, das suas necessidades.

Atualmente, muitos adwares e spywares podem ser removidos utilizando o Adicionar/Remover .Programas, no Painel de Controle do Windows, e os que não podem ser removidos dessa forma são detectados pelo antivírus, o que significa que o antivírus já serve como um segundo anti-spyware

O que são tracking cookies? E listas MRU?
 Muitos anti-spywares detectam tracking cookies e listas MRU toda vez que for feito um exame no computador.
Cookies (”biscoitos”) são pequenos arquivos inofensivos armazenados pelo seu navegador web. Eles são utilizados por sistemas de publicidade na web para rastrear os cliques que você dá em anúncios, de modo que a agência publicitária consiga determinar seus interesses e oferecer anúncios que tenham mais chance de convencê-lo a clicar.

 Como muitos consideram esse tipo de atividade uma invasão à privacidade, anti-spyware os detectam.
Mesmo assim, isso é considerado uma atividade comum no ramo da publicidade na web e é por isso que o seu anti-spyware sempre detectará tracking cookies toda vez que você executar um exame, pois basta visitar uma página na web que carregue um anúncio para que um cookie seja criado.
Listas MRU (”Most Recently Used”) são as listas de arquivos utilizados mais recentemente no seu computador, como a lista de “Documentos” no Menu Iniciar e a Lista de Arquivos Recentes do Windows Media Player.

 São completamente inofensivas. Toda vez que você abrir um arquivo, ele se tornará o arquivo mais recente aberto e, sendo assim, já haverá uma lista de arquivos mais recentes para que o anti-spyware detecte. Não é necessário removê-las, a não ser que você não quer que alguém saiba quais os últimos arquivos que você acessou.

O que é o spyware Alexa Related que o Ad-Aware e
o Spybot S&D detectam em uma instalação limpa do
Windows?
 O Alexa Related
é o recurso de “Mostrar links relacionados” do Internet Explorer. Ele possui um erro que pode relevar informações de sessão e páginas visitadas à Alexa, que é uma companhia que trabalha com a geração de estatísticas de acesso.Geralmente é inofensivo.

O que são os adwares e os spywares?
Adwares — são programas comerciais que exibem anúncios publicitários no seu computador. Esses anúncios podem ser pop-ups, banners injetados em websites e também links publicitários no conteúdo da página.
Dialers — são discadores maliciosos que forçam seu computador a discar um número premium para conectar, onde parte do custo da ligação é uma taxa de serviço que é cobrada e recebida pelo dono do número.


Spyware — foi utilizado inicialmente para definir os adwares que utilizam as informações de navegação do usuário para exibir anúncios. Atualmente, o termo é utilizado também para definir adwares, softwares indesejados e até mesmo cavalos de tróia. O termo também é usado para definir softwares demonitoramento comerciais utilizados por empresas para monitorar empregados e por pais para saber quais sites as crianças visitam.
Hijacker — também chamados de spywares, os hijackers (”seqüestradores”) são cavalos de tróia que modificam a página inicial do navegador e, muitas vezes, também redirecionam toda página visitada para uma outra página escolhida pelo programador da praga. A idéia é vender os cliques que o usuário faz nessas páginas, o que gera lucro para o criador do hijacker.






O que é Boot ?
 Antes uma explicação para quem não conhece a terminologia "informática". BOOT é o processo de inicialização de um computador, que vai da inicialização da máquina à execução de seu sistema operacional (SO).Como o Windows, por exemplo.


O que é Bootstrap?
 É o processo de inicialização do micro, onde é lido primeiramente o BIOS e em seguida carregado o sistema operacional e programas. O termo bootstrap poderia ser traduzido para o Português como "levantar-se puxando as próprias botas". A idéia tem uma certa semelhança com o processo de boot de um PC, onde ele se inicializa sozinho.

Durante o Boot, são checados os componentes instalados no PC, contada a memória RAM, realizados testes rápidos para verificar se tudo está funcionando adequadamente e se não existem conflitos de Hardware, etc. Terminados os testes, o BIOS irá procurar o sistema operacional, na ordem estabelecida na opção "Boot Sequence" do Setup.
A lista inclui o drive de disquetes, o HD, o CD-ROM, ou mesmo boot através do chip de Boot da placa de rede (caso tenha). Ao localizar o sistema operacional o BIOS executa os arquivos que iniciam seu carregamento e dá lugar a ele. A partir daí é com a Janela, o Pingüin, o Diabinho ou que mais esteja instalado no PC.

O que é Boot Sector ?
 Também chamado de trilha MBR, ou trilha zero, o setor de boot do HD armazena informações sobre o sistema operacional instalado, quais arquivos devem ser carregados para inicializar o sistema etc.
 O BIOS é muito limitado neste sentido, embora seja capaz de contar a memória e reconhecer os periféricos instalados (via plug-and-play) o BIOS não tem a mínima idéia do que fazer em seguida.

O setor de boot funciona como um ponto de partida,assim que o POST é concluído, o BIOS lê o setor de boot e segue as instruções que estiverem gravadas nele, que iniciarão o carregamento do sistema operacional.
Geralmente o boot é feito através do HD, mas de acordo com o que for configurado na opção "Boot Sequence" no Setup o BIOS pode procurar o boot também no disquete, no CD-ROM, num disco Zip ou até mesmo tentar dar boot através da rede.

Caso o setor de boot seja danificado por qualquer motivo,não será mais possível dar boot pelo HD. Ao instalar qualquer sistema operacional, este irá reescrever o setor de boot, deixando as instruções que permitirão ao BIOS carregá-lo.
É possível instalar mais de um sistema operacional no mesmo HD usando um gerenciador de boot (como o lilo ou grub) que é um programinha que ficará encarregado de lhe perguntar, a cada boot, qual sistema operacional deve ser carregado. Para limpar o setor de boot do HD,você pode dar boot usando um disquete de boot do Windows 95 ou 98 e usar o comando "FDISK /MBR".

Instalações e Opereções de Software.(SO).



Sistemas Operacionais
 Um sistema operacional é formado por um conjunto de programas e rotinas computacionais que têm como objetivo criar uma camada de abstração entre o usuário e o hardware propriamente dito.
 Entende-se por usuário todo e qualquer objeto queprecise de acesso aos recursos de um computador (seja ele um usuário "real" ou aplicativo).
 Os sistemas operacionais podem ser classificados de três maneiras: pelo tipo do núcleo de sistema (ou kernel, como é conhecido no jargão técnico), pelo método adotado ao gerenciar os programas em execução ou pelo número de usuários que podem operá-lo simultaneamente.

 Atualmente, são utilizados basicamente dois tipos de implementações do núcleo de sistema: monolíticos e estrutura de microkernel.
 Núcleos monolíticos têm como principal característica o fato de integrarem todas as funcionalidades possíveis do sistema em um grande "bloco" de software. A adição de novas funcionalidades implica na recompilação de todo o núcleo. Trata-se de uma abordagem um tanto antiquada, mas que foi adotada, por exemplo, por Linus Torvalds quando este resolveu desenvolver o kernel do Linux.

 Microkernel é um termo usado para caracterizar um núcleo de sistema cujas funcionalidades nãoessenciais ao seu funcionamento são transferidas para servidores, que se comunicam com o núcleo mínimo através do modo de acesso do núcleo (local onde o programa tem acesso a todas as instruções da CPU e a todas as interrupções de hardware), deixando o máximo de recursos rodando no modo de acesso do usuário.
 Quando o processador trabalha no modo usuário, uma aplicação só pode executar instruções não privilegiadas, tendo acesso a um número reduzido de instruções.
 Os diversos tipos de sistemas operacionais existentes empregam diferentes maneiras de gerenciar os programas em execução pelo usuário.


Existem basicamente três tipos de gerenciamento de tarefas (ou processos):
Sistemas monotarefa permitem a realização de apenas uma tarefa ou processo de cada vez. Um dos mais famosos sistemas operacionais monotarefa é o MSDOS (Microsoft Disk Operating System), lançado em 1981 e desenvolvido para rodar no recém-lançado processador 8086 da Intel.
Atualmente, a grande maioria dos sistemas operacionais são de tipo multitarefa. Dá-se o nome de multitarefa a característica dos sistemas operacionais modernos que permite repartir a utilização do processador entre várias tarefas simultaneamente.

A multitarefa cooperativa trabalha exatamente como dito anteriormente: o tempo de processamento é repartido entre as diversas tarefas, dando a impressão ao usuário
que elas estão sendo executadas simultaneamente. Sua principal característica (ou deficiência) reside no fato de que não há controle sobre o tempo de CPU que cada processo consome. O sistema cede o controle da CPU ao processo, e este só o devolve quando tiver terminado a sua tarefa.

A multitarefa preemptiva realiza o gerenciamento dot empo de utilização da CPU de forma inteligente,reservando e protegendo o espaço de memória dos
aplicativos e evitando que programas com erros possam invadir as áreas delimitadas pelo sistema operacional. Os núcleos destes sistemas mantêm em memória um registo de todos os processos em execução através de uma árvore de processos.

 Entre outros atributos acerca de cada processo, a árvore de processos inclui as informações de prioridade, com a qual o núcleo calcula o tempo de CPU que deve dar a cada processo; quando esse tempo acaba, o núcleo tira do processo o controle da CPU e o passa ao processo que vem a seguir na fila. Quando a fila acaba, o núcleo volta a dar o controle da CPU ao primeiro processo, fechando
assim o ciclo.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Instalações e Opereções de Software.(Antivírus).




Antivírus
O que é e como funciona um antivírus?
 Antivírus é um software responsável pela detecção,desinfecção e remoção de pragas digitais como vírus,trojans (cavalos de tróia), worms e qualquer outro tipo de código malicioso, não se limitando somente aos vírus como o nome sugere. Alguns antivírus também removem adwares e spywares, tarefa antes reservada apenas aos anti-spywares.


 O antivírus funciona com um banco de dados chamado de lista de definição. Essa lista contém informações para que o antivírus consiga identificar quais arquivos são bons e quais são maliciosos. Em outras palavras,para que ele consiga detectar um vírus, é necessário que esse vírus esteja na lista definição.
 Esse é o motivo pelo qual os antivírus requerem atualização constante: para detectar os vírus mais recentes, a lista de definição precisa ser a mais nova possível.
 As companhias antivírus capturam os vírus que estão circulando na rede e também recebem exemplares de seus usuários para atualizar a sua lista de definição.

 Existem algumas técnicas, conhecidas genericamente pelo termo de heurística que analisa a estrutura de um arquivo e, algumas vezes, também o seu funcionamento.

Estas técnicas permitem que um antivírus detecte um vírus que ainda não está presente em sua lista de definição.

Onde posso obter um antivírus?
 Algumas lojas de informática vendem softwares antivírus, mas você também pode baixá-los pela web para testá-los antes de comprá-los. Outros antivírus
também estão disponíveis gratuitamente (freeware), o que lhe permite baixá-los e usá-los no seu computador sem precisar gastar dinheiro.

Devo confiar apenas em um antivírus?
 Não, um único antivírus não é capaz de detectar 100% das pragas existentes. Esse problema, no entanto, não deve ser resolvido instalando-se outro antivírus, pois isto não irá dobrar a capacidade de detecção, mas duplicará a quantidade de falsos positivos, erros, conflitos e causará queda no desempenho.

 Existem outras medidas de segurança que você pode tomar para aumentar a proteção da sua máquina, mas apenas um antivírus é o suficiente para a camada de proteção de códigos maliciosos.

Qual o melhor antivírus?
 Não existe um. Cada software antivírus possui seus pontos fracos e fortes. Os antivírus mais utilizados sempre estarão em uma desvantagem em relação aos
softwares menos conhecidos, pois criadores de vírus sempre tentam testar suas criações contra os antivírus mais conhecidos para ter certeza de que estes não as detectem.
Desta forma, se todos utilizarem um mesmo antivírus por ele ser “melhor”,
logo ele se tornará o pior devido ao contra-ataque dos programadores de vírus.

O que é a Quarentena?
 A Quarentena é uma pasta especial onde o antivírus guarda os arquivos maliciosos que não puderam ser desinfectados. Cavalos de tróia e worms geralmente não infectam arquivos, isto é, não vivem como parasitas e portanto não podem ser “desinfectados”.

 Como o antivírus não consegue determinar isso, ele os move para a Quarentena, onde os códigos maliciosos são desativados.

 O objetivo disso é possibilitar a recuperação dos arquivos, caso os mesmos precisem ser usados para a recuperação de dados.
 A Quarentena também é útil no caso de um erro grave com falsos positivos, pois todos os arquivos ali gravados podem ser recuprados, caso o usuário assim
decida. Em qualquer outro caso, os arquivos presentes na Quarententa podem ser seguramente removidos para liberar espaço em disco.

O que é um falso positivo?
 Dá-se o nome de falso positivo a um ‘alarme falso’ gerado pelo antivírus, isto é, quando um erro na lista de definição faz com que o programa marque arquivos limpos e seguros como infectados.
 Falsos positivos são razoavelmente comuns, mas geralmente ocorrem apenas com arquivos obscuros e portanto afetam apenas poucos usuários. Em raros
casos, arquivos de programas conhecidos e populares são detectados como vírus de forma incorreta, o que pode requerir que o programa seja reinstalado.

Sou usuário de Linux ou outra plataforma não-
Windows. Devo usar antivírus?
 Atualmente, não existem vírus suficientes para a plataforma Linux e outros para justificar a presença de um antivírus. Ainda existem relatos de usuários
infectados, portanto isso não significa que você pode ignorar todas as regras de bom senso e segurança.

É possível ficar seguro sem nenhum antivírus?
 Sim. O antivírus apenas é responsável por uma camada de proteção: a verificação de código malicioso em arquivos do computador. Caso o computador não seja exposto a arquivos maliciosos, o antivírus não será necessário. Para isso é necessário um extremo cuidado com cada arquivo que é aberto na máquina. Somente usuários de Windows muito avançados serão capazes de manter um computador seguro sem um antivírus .